Acesse nosso conteúdo

Populate the side area with widgets, images, and more. Easily add social icons linking to your social media pages and make sure that they are always just one click away.

@2016 brpress, Todos os direitos reservados.

Assassinato da vereadora Marielle Franco pode ir ao STFAssassinato da vereadora Marielle Franco pode ir ao STF

Citação de Bolsonaro pode levar caso Marielle ao STF

(Rio de Janeiro, brpress) - À polícia, o porteiro do condomínio onde residem o presidente e acusado de matar vereadora afirmou que ligou para a casa 58 – de "Seu Jair"–, para liberar acesso de suposto comparsa.

(Rio de Janeiro, brpress) – Segundo Jornal Nacional, envolvimento de Jair Bolsonaro (PSL) no caso do assassinato da vereadora Marielle Franco (Psol) pode levar a investigação ao Supremo Tribunal Federal (STF), pelo fato de o presidente ter foro privilegiado. Um dos envolvidos na morte de Marielle anunciou na portaria do condomínio que iria à casa de Bolsonaro, mas foi para a do ex-policial militar Ronnie Lessa, acusado de matar a vereadora.

A Polícia Civil do Rio de Janeiro teve acesso ao caderno de visitas do condomínio Vivendas da Barra, na Zona Oeste do Rio, onde têm casa o presidente do Brasil, um de seus filhos, o vereador Carlos Bolsonaro (PSL-RJ) e Ronnie Lessa. 

“Seu Jair” 

À polícia, o porteiro afirmou que ligou para a casa 58 – de Bolsonaro. E que uma pessoa que ele identificou como sendo o “seu Jair” liberou a entrada de Élcio Queiroz. O suspeito, no entanto, foi até a casa 66, onde mora Ronnie Lessa. O porteiro, então, telefonou novamente, e o mesmo “seu Jair” – então deputado federal – teria dito que sabia para onde ele estava indo. Registros da Câmara dos Deputados mostram que Bolsonaro estava em Brasília na ocasião. 

Lessa é acusado pela polícia de ser o autor dos disparos que mataram Marielle o seu motorista, Anderson Gomes; e Queiroz é suspeito de ser o motorista do carro que levava o matador. Os dois foram presos no dia 12 de março deste ano. O mandante do crime ainda não teria sido encontrado. 

Representantes do Ministério Público do Rio que investigam o caso foram até Brasília no último dia 17 de outubro para consultar o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Toffoli, sobre se poderiam continuar com a investigação. Eles, no entanto, ainda não obtiveram resposta.

Comentários