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Luiz Eduardo Soares é entrevistado no filme Agora Eu Quero Gritar. Foto: Fernando Frazão/Agência BrasilLuiz Eduardo Soares é entrevistado no filme Agora Eu Quero Gritar. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Luiz Eduardo Soares incluído em dossiê do governo

(brpress) - Ex-secretário nacional de Segurança Pública é citado no documento como "mentor dos Policiais Antifascismo e é um dos entrevistados no documentário Agora Eu Quero Gritar, sobre violência de estado no Rio de Janeiro.

(brpress) – Entrevistado no documentário Agora Eu Quero Gritar (Right Now I Want to Stream, Brasil-Reino Unido 2020), sobre violência de estado no Rio de Janeiro e com lançamento previsto para outubro, o cientista político, escritor e especialista em Segurança Pública, Luiz Eduardo Soares, é um dos investigados no dossiê sobre cidadãos identificados com o movimento antifascista produzido pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública e bloqueado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). 

 Soares, que é citado no dossiê como “formador de opinião” do movimento Policiais Antifascismodisse que recebeu a notícia com indignação e que o governo Bolsonaro mais uma vez “atenta contra a democracia”. O cientista político foi citado na coluna da jornalista Miriam Leitão n’O Globo de domingo (23/08), intitulada “Risco democrático é o ponto central”.

Inaceitável

 Leitão escreve: “A democracia, que parecia garantida, passou a ser ameaçada por governantes sem valores democráticos e com desprezo pelas instituições. O importante no dossiê contra policiais antifascistas e pessoas notáveis, como os professores Paulo Sérgio Pinheiro e Luiz Eduardo Soares, é que ele não pode ser feito. É inaceitável. Simples assim.”. 

Luiz Eduardo Soares é uma voz importante na Segurança Pública no Brasil, divergindo contra a chamada “guerra às drogas” e o uso letal da força policial e militar em bolsões de pobreza, como as favelas do Rio, e propondo novas políticas que não sejam uma máquina de “recrutamento para o crime organizado”, como diz ele, no filme. 

Soares foi Subsecretário de Segurança e Coordenador de Segurança, Justiça e Cidadania do Estado do Rio de Janeiro (entre janeiro de 1999 e março de 2000), durante o governo de Anthony Garotinho, quando chegou a denunciar a “banda podre” da polícia do Rio, e ex-secretário nacional de Segurança Pública no governo Lula (tendo sido afastado dos dois cargos por pressões políticas), e co-autor dos livros Elite da Tropa e Elite da Tropa 2, nos quais se basearam os filmes Tropa de Elite, de José Padilha

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