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Regis Myrupu e Rosa Peixoto no Festival de Cinema de Locarno. Foto: Massimo Pedrazzini/Locarno Film FestivalRegis Myrupu e Rosa Peixoto no Festival de Cinema de Locarno. Foto: Massimo Pedrazzini/Locarno Film Festival

A Febre discute aculturação indígena

(Locarno, brpress) - Mergulho existencial nos dilemas de um índio de Manaus, o filme A Febre, brasileira Maya Da-Rin, segue arrebatando elogios e incandescendo debates sobre a erosão de tribos indígenas, após abrir o Festival de Locarno 2019, onde disputa o Leopardo de Ouro.

(Locarno, brpress) – Mergulho existencial nos dilemas de um índio de Manaus, o filme A Febre, brasileira Maya Da-Rin, segue arrebatando elogios e incandescendo debates sobre a erosão de tribos indígenas, após abrir o Festival de Locarno 2019, onde disputa o Leopardo de Ouro. 

A julgar pelo momento político no Brasil, com o governo federal minimizando a importância das populações indígenas, suas terras e do desmatamento da floresta Amazônica, o tema de A Febre é bastante atual. No filme, o índio “civilizado” (Regis Myrupu), que trabalha como vigia no porto de Manaus, tem nostalgia da época vivida na floresta – ainda mais depois que a filha (Rosa Peixoto) vai para a universidade. 

A diretora, que também é artista plástica, espera que seu filme provoque discussões e interesse do público – especialmente na Europa, onde notícias de ataques a indígenas e do desmatamento da Amazônia são frequentemente assustadoras. A Febre teve boa recepção em Locarno, onde conversamos com Maya Da-Rin sobre desmatamento e o perigo da religião se aliar à política, especialmente os evangélicos que ajudaram a eleger Jair Bolsonaro (PSL). 

A entrevista está disponível na versão deste conteúdo para assinantes da brpress