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Oito Mulheres e Um Segredo: muito estilo e pouco carisma. Foto: DivulgaçãoOito Mulheres e Um Segredo: muito estilo e pouco carisma. Foto: Divulgação

Oito Mulheres e Um Segredo desperdiça talentos

(brpress) - Não tem elenco – e bota elenco nisso – que segure o roteiro sem graça e previsível da versão feminina de Ocean's Eleven. Uma pena. Por Juliana Resende.

(brpress) – Desperdício nunca foi problema para uma indústria rica como Hollywood. Mas é, cada vez mais, um problema para o espectador: de tempo e, sim, dinheiro. São quase R$ 100 por cabeça, somando ingresso (inteira), pipoca, café e estacionamento. Vamos colocar aí quatro horas, entre ir e voltar de uma sala de cinema e assistir ao filme por quase 120 minutos.  O que dizer então sobre desperdício de talento? Isso Oito Mulheres e um Segredo (Ocean’s 8), que estreia no Brasil em 07/06, tem se sobra. 

Não tem elenco – leia-se Sandra Bullock, Cate Blanchett, Anne Hathaway, Rihanna e Helena Bonham Carter na linha de frente –  que segure o roteiro sem graça e previsível de  Olivia Milch (Dude, na Netflix) e a mão boba do diretor Gary Ross (Jogos Vorazes). Nem Steven Soderbergh, que, por mais que tenha acertado com o remake de Ocean’s Eleven (o original, de 1960, tinha Frank Sinatra, Dean Martin, Sammy Davis Jr. no elenco, e o seu, de 2001, George Clooney, Brad Pitt e cia) e forçado a barra com Ocean’s Twelve e Thirteen, consegue botar ordem no mulherio desfilando em figurinos fantásticos por NY. Perdeu-se a chance de fazer da versão feminina de Ocean’s Eleven o filme mais divertido do inverno nestes áridos trópicos e do verão no Hemisfério Norte.

(Juliana Resende/brpress)

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Assista ao trailer de Oito Mulheres e um Segredo:  

Juliana Resende

Jornalista, sócia e CCO da brpress, Juliana Resende assina conteúdos para veículos no Brasil e exterior, e atua como produtora. É autora do livro-reportagem Operação Rio – Relatos de Uma Guerra Brasileira e coprodutora do documentário Agora Eu Quero Gritar.