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Pesquisa inédita na Inglaterra mostra que 64% de usuários de cocaína deixaram vício após tratamento.open4group.comPesquisa inédita na Inglaterra mostra que 64% de usuários de cocaína deixaram vício após tratamento.open4group.com

Curso promove alto índice de recuperação

(Londres, brpress) – Segundo levantamento, entre os que utilizavam maconha e cocaína 69% e 64%, respectivamente, deixaram vício.

(Londres, brpress) – O primeiro estudo internacional sobre os resultados dos tratamentos de dependentes químicos a considerar dados em longo prazo, realizado pela Agência Nacional de Tratamento para Abuso de Sustâncias da Inglaterra, indica diminuição significativa da ligação entre vício e crime. 

Segundo o levantamento, quase metade dos dependentes que participaram de cursos de drogas, em 2005, estão livres do vício e não cometem crimes em quatro anos após o tratamento. O índice de recuperação entre os que utilizavam maconha e cocaína é ainda maior: 69% e 64%, respectivamente.

 
Estudo

Foram analisados dados de 41 mil envolvidos em programas do governo em um período pós-tratamento superior a quatro anos, por meio de dados do Sistema Nacional de Monitoramento de Tratamento de Drogas. 

Os resultados apontam que quase metade dos dispensados após um ano de tratamento demonstraram recuperação consistente. Entre os restantes liberados entre 2005 e 2006, metade retornou ao tratamento e o outro terço foi mandado de volta após envolvimento com crime. Dos que deixaram o tratamento e voltaram a utilizar drogas, 65% retornaram aos cursos.  

Em entrevista ao jornal The Independent, o chefe-executivo da Agência Nacional de Tratamento para Abuso de Sustâncias, Paul Hayes, disse que “especialistas concordam que usuários de heroína, crack e cocaína levam vários anos para se recuperar da dependência, e precisam de repetidas tentativas antes de conseguirem. Isso significa que relatórios anuais de estatísticas no tratamento de drogas podem apresentar distorções do sistema, que depende de altos e baixos de pessoas que vêm e vão, em um quadro de longo prazo”, disse.