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Dor de cabeça em crianças deve ser cuidadosamente diagnosticada.DivulgaçãoDor de cabeça em crianças deve ser cuidadosamente diagnosticada.Divulgação

Riscos de depressão em crianças

(brpress) – Segundo estudo, problema, que atinge 39% dos jovens de forma crônica, também pode provocar ansiedade e sonambulismo.

(brpress) – Uma pesquisa nacional aponta que 81,2% das crianças e adolescentes já sentiram dor de cabeça ao menos uma vez na vida e 39% apresentam o problema na forma crônica, sendo a enxaqueca a causa mais frequente. Segundo o estudo, realizado pelo neurologista infantil e membro da Sociedade Brasileira de Cefaléia Marco Antônio Arruda, a enxaqueca pode aumentar em quatro vezes o risco de depressão e ansiedade, pois o problema está relacionado a anormalidades em neurotransmissores, como a serotonina e a noradrenalina.Distúrbios associados Crianças que enfrentam enxaquecas normalmente também apresentam outros tipos de transtornos, como o sonambulismo, o sonilóquio (falar dormindo) e o bruxismo (ranger de dentes ao dormir). “Além dos distúrbios do sono, o estudo identificou nas crianças com enxaqueca um risco duas vezes maior de cinetose (mal-estar ao andar de carro, avião, barco, etc.), cinco vezes maior para dores nas pernas e quase três vezes maior de terem dores abdominais de causa não identificada”, explica o neurologista. “Geralmente, essas manifestações aparecem antes do surgimento da cefaléia”.Dicas Para a Sociedade Internacional de Cefaléia, existem 196 causas diferentes de dor de cabeça, sendo que 113 foram relatadas em crianças e adolescentes. Estas podem ser benignas, como a relação com uma febre, ou graves, no caso de tumores cerebrais e aneurismas, raros na infância. “Quanto mais nova a criança, pior é para se identificar a causa da dor de cabeça, devido à dificuldade do paciente em descrever as características da mesma, o que permitiria ao médico chegar a um diagnóstico”, afirma Arruda. Para ajudar os pais a definir as características da dor de cabeça dos filhos e ajudar no tratamento, o especialista aconselha: anotar a frequência e a duração das crises utilizando ou não analgésico; graduar a intensidade da dor; perceber se o problema piora com esforço físico e observar se há sintomas como náusea, vômitos e aversão à luz. É importante também ficar atento ao uso de analgésicos nessa faixa etária. “Em nosso meio parece que os pais são mais permissivos quanto ao uso destes medicamentos pela criança. É preciso evitar isso, pois o excesso de analgésicos (duas ou mais doses por semana) pode agravar a situação ao invés de aliviá-la”, conclui.(*) Com informações da Trixe Comunicação Empresarial.