Acesse nosso conteúdo

Populate the side area with widgets, images, and more. Easily add social icons linking to your social media pages and make sure that they are always just one click away.

@2016 brpress, Todos os direitos reservados.

O brasileiro Sérgio Vieira de Mello: brilhantismo na ONU e assassinato obscuro. Foto: DivulgaçãoO brasileiro Sérgio Vieira de Mello: brilhantismo na ONU e assassinato obscuro. Foto: Divulgação

Dia Humanitário lembra Vieira de Mello

(Nova York, brpress) - "Lembramos daqueles que perdemos em Bagdá e de todos os trabalhadores humanitários que perderam suas vidas", diz chefe da ONU.

(Nova York, brpress) –  Dezenove de agosro marca o décimo aniversário do bombardeio da sede das Nações Unidas em Bagdá, no Iraque que, pela contrérsia, marca o Dia Humanitário Mundial no Brasil.  O ataque que custou a vida de 22  funcionários das Nações Unidas incluiu o Representante Especial do Secretário-Geral para o Iraque, Sérgio Vieira de Mello. Tanto que ele está sendo tema de um seminário na Fundação Alexandre de Gusmão, no Rio.

    “Hoje é um dia de sentimentos mistos para todos os envolvidos no trabalho humanitário”, disse Valerie Amos, chefe humanitário das Nações Unidas, que está participando de eventos Dia Humanitário Mundial no Brasil. “Lembramo-nos daqueles que perdemos em Bagdá e nos lembramos de todos os trabalhadores humanitários que perderam suas vidas, além  de celebrar o espírito humanitário. “

    Carolina Larriera, ex-companheira de Sérgio Vieira de Mello à época, e ex-funcionária da ONU por dez anos, tem dado declarações rbombáticas  sobre a falta de esclarecimntos sobre o atendado e suas motivações. “A investigação conduzida pela ONU foi débil, sem nenhum elemento esclarecedor”, disse a O Estado de S. Paulo. Em vez de medalhas, preferíamos a verdade”, escreveu no Huffington Post

    “Apesar do recnhecimento dos resultados sem precedentes que o trabalho de Sérgio atingiu, em missões da Bósnia ao Camboja, passando pelo Timor Leste, tanto a ONU quanto os EUA, pouco fiizeram para saber mais sobre este que é um dos nais obscuros episódios envolvendo missões de paz em todo o mundo”, denuncia Larriera, hoje ligada ao Centro Carr de Direitos Humanos de Harvard.
 
    Segundo Larriera, a única testemunha envolvida no atentado que se propôs a falar, o iraquiano Abdel Aziz Awraz Mahmoud Saeed, foi assassinado, apesar de pedidos da corte internacional para dar-lhe proteção. “Não queremos que os fatos sejam enterrados sob o peso da burocracia”, alerta ela.

Pelo mundo

     Eventos estão sendo realizadas em mais de 50 cidades ao redor do mundo para celebrar o Dia Mundial da Ajuda Humanitária. Em Nova York, as famílias dos mortos no atentado no Iraque vai participar de um evento organizado pela ONU Secretário-Geral Ban Ki-moon. Enquanto isso, o mundo assiste a massacres na Síria e Egito.

    Em outros lugares, os eventos incluem um debate acadêmico na Colômbia, a atribuição de um prémio humanitário em Madagascar, a realização de feiras e exposições de fotos em Mali e no Paquistão, e até mesmo flash mobs e torneios de futebol de Panamá, Tailândia e Gosta do Marfim, respectivamente.

Mais, muito mais

    Hoje também marca o início oficial de uma campanha mundial chamada “More – O mundo precisa”. A campanha reúne diferentes partes das Nações Unidas e da comunidade humanitária em geral, bem como celebridades, filantropos e empresas, em um esforço para transformar as palavras das pessoas em mídias sociais em ajuda e apoio às comunidades afetadas por crises humanitárias.

    A campanha permite que marcas líderes globais patrocinem uma palavra do que eacreditam que o mundo poderia usar mais. Entre 19 de agosto e 24 de setembro, as pessoas podem “desbloquear” o dinheiro prometido por essas marcas, compartilhando as palavras patrocinadas através de mídias sociais, SMS ou através do site www.worldhumanitarianday.org .

    Cada vez que uma palavra patrocinada é compartilhada, US$ 1 será desbloqueado e ir para os esforços de ajuda para as mais deficitários crises humanitárias do mundo. As pessoas também poderão doar diretamente.

    Grandes dirigíveis e balões com o slogan da campanha estão hoje sobrevoando locais emblemáticos em mais de 20 cidades ao redor do mundo, inclusive acima sede da ONU em Nova York, e o letreiro de Hollywood, em Los Angeles.