Acesse nosso conteúdo

Populate the side area with widgets, images, and more. Easily add social icons linking to your social media pages and make sure that they are always just one click away.

@2016 brpress, Todos os direitos reservados.

Gordon Ramsay comandando a cozinha no programa Hell’s Kitchen.DivulgaçãoGordon Ramsay comandando a cozinha no programa Hell’s Kitchen.Divulgação

‘Doce’ gosto amargo da perfeição

(brpress) - São ingredientes da autobiografia do chef Gordon Ramsay, Chocolate Amargo, onde conta sua luta pela conquista da excelência na cozinha.

(brpress) – Ele é famoso pelo império gastronômico que construiu – são 27 restaurantes e dois gastropubs –, pela coleção de 12 estrelas no Guia Michelin e, principalmente, pelo temperamento provocador, movido por competição e perfeccionismo. Em Chocolate Amargo: Uma Autobiografia (Ed. Best Seller, 252 págs., R$ 29,90), Gordon Ramsay abre o jogo no seu melhor estilo: sem papas na língua, sendo extremamente ético e abusando do humor ácido que o tornou o cozinheiro mais famoso da televisão britânica.

Quem vê Gordon Ramsay comandando a cozinha no programa Hell’s Kitchen não tem ideia das dificuldades que enfrentou até tornar-se um dos chefs mais celebrados do mundo. Dono de uma personalidade forte e explosiva, Gordon assumiu um compromisso com a excelência. E para cumprir essa meta, decidiu que precisava se dedicar ao máximo e exigir o mesmo daqueles à sua volta.

Escocês

Ramsay vem de uma família pobre de Glasgow, Escócia. A relação com o pai não foi nada fácil, e ele chegou a ouvir que trabalhar com gastronomia não era coisa de “homem de verdade”. Aos 15 anos, conseguiu um contrato para jogar futebol no Rangers, um dos times mais populares do país, mas um acidente interrompeu a carreira de atleta e ele passou a se dedicar exclusivamente a seu verdadeiro sonho: ser um grande chef.

Com isso em mente, foi a Paris sem saber uma palavra de francês, trabalhou com os melhores chefs da Inglaterra – nem sempre pessoas fáceis de lidar –, driblou problemas pessoais, como o vício em heroína do irmão caçula. Depois de um longo e dedicado percurso, foi reconhecido ao receber a sua primeira estrela do conceituadíssimo guia gastronômico Michelin, que posteriormente classificou as cozinhas chefiadas por ele como as melhores de Londres.

Um livro para saborear, certamente.