Acesse nosso conteúdo

Populate the side area with widgets, images, and more. Easily add social icons linking to your social media pages and make sure that they are always just one click away.

@2016 brpress, Todos os direitos reservados.

Exposição Favela Raiz, que inaugurou o Museu das Favelas.. Foto: Carlos Pires/Black PipeExposição Favela Raiz, que inaugurou o Museu das Favelas.. Foto: Carlos Pires/Black Pipe

Museu das Favelas subverte história do Palácio dos Campos Elíseos

Símbolo da elite cafeeira e ex-sede de governo agora abriga um espaço de memória e herança periférica.

(São Paulo, brpress) – Enquanto a utopia do empreendedor Edu Lyra, criador da ONG Gerando Falcões, de que a pobreza no Brasil vire coisa museu não se torna realidade, o Museu das Favelas, em São Paulo, se encarrega de mostrar que um futuro menos desigual é possível. E que o futuro das favelas depende do futuro do Brasil, de qual país estamos construindo. 

O que Heliópolis, Paraisópolis, Complexo da Maré e de Manguinhos, Rocinha, Vila Mangue do Recife, as palafitas de Manaus, ou, indo até a África, Kibera, no Quênia, uma das maiores favelas do mundo – que visitamos a convite do International Reporting Project – têm em comum, além da violência, falta saneamento básico, ausência do estado e de direitos?

“A potência”, diz Carla Zulu, responsável pelas relações institucionais e porta-voz do museu. Ela se refere à economia das favelas, que movimenta milhões de reais com empreendedorismo informal e outras atividades. 

Símbolo da elite

Não por acaso, o Museu das Favelas fica no Palácio do Campos Elíseos, construído no século 19 e símbolo da elite cafeeira de São Paulo, na época. O governo estadual adquiriu o imóvel, passando a ser utilizado como residência de governadores e sede de governo até 1967, quando um incêndio acelerou a mudança para o Palácio dos Bandeirantes.

Agora abriga o Museu das Favelas, que abriu em dezembro de 2023 com a exposição Favela Raiz – justamente um manifesto sobre a transição do Palácio dos Campos Elíseos para um espaço de memória e herança periférica.

Além das exposições, o local oferece diversas oficinas, como por exemplo “como produzir funk pelo celular”, “como ser um empreendedor social”, além de feiras e eventos. 

#brpressconteudo #agoraeuquerogritar #museudasfavelas #favelas

Comentários

Publicar Comentário