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Suricato levar seu folk à Ilhabela e às últimas consequências. Foto: Paula Costa/DivulgaçãoSuricato levar seu folk à Ilhabela e às últimas consequências. Foto: Paula Costa/Divulgação

Suricato: patrulha do folk

(Rio de Janeiro, brpress) - Suricato faz no Bourbon Folk & Blues, o show que fará no palco Sunset do Rock in Rio 2015. E o melhor: é grátis.

(Rio de Janeiro, brpress) – Concorrendo como Melhor Banda na categoria Experimente do prêmio Multishow, a Suricato faz no Bourbon Folk & Blues Ilhabela, sábado (27/06), à meia-noite, no palco Vila, uma prévia do show que fará no palco Sunset do Rock in Rio 2015. E o melhor: é grátis.

Grupo carioca com nome de bicho africano, o Suricato logo conquistou o respeito e a admiração de alguns ícones do rock popular brasileiro: Lulu Santos (que conheceu Rodrigo na banda do programa The Voice e gravou com o Suricato uma bela versão de Um Certo Alguém, de Nando Reis, Leoni e Ritchie.

SuperStars

A excelente participação do grupo no programa SuperStar, da TV Globo, deu projeção nacional e cercou de expectativa o sempre crucial segundo álbum. Entre o disco de estreia, Pra Sempre Primavera, e Sol-te, ocorreram mudanças de formação importantes. A vinda de Gui Schwab (gaita, guitarras, violões, viola caipira, mandolim e outras cordas) foi muito mais do que a chegada de um multi-instrumentista acostumado a tocar com grandes nomes como Pepeu Gomes. 

Schwab ampliou os diálogos de cordas a partir de sua versatilidade e da pesquisa etnomusical despertada pela paixão por sons de outros continentes e culturas. O didjeridoo australiano é marcante em duas faixas. Sua pesquisa e busca por instrumentos exóticos, como o violão havaiano Weissenborn, o levou até o nome de Christiaan Oyens, que viria a ser o produtor mais qualificado para as referências folk que o Suricato buscava.

Pompeo Pelosi (bateria e percussão), com boa estrada em blocos de carnaval como o Quizomba!, acrescentou suingue extra à cozinha. Baterista inicialmente ligado ao rock e psicólogo formado, ele teve sua trajetória musical e pessoal alterada a partir de um curso de pandeiro com Marcos Suzano.

A terceira e não menos importante aquisição, o baixista Raphael Romano, fã de Nathan East e Wilie Weeks (famosos sidemen de Eric Clapton) que veio de bandas de baile, não se intimidou com a pouca experiência em estúdio de gravação. Arrancou elogios de todos com a performance em faixas como Eu Não Amo Todo Dia, extraída na simplicidade da escola do blues rock.

O resultado foi o disco Sol-te (2014), “inspirado” pelo fim de um relacionamento de dez anos e o nascimento de um novo amor na vida do cantor e compositor Rodrigo Nogueira (também mestre das guitarras, violões, ukulele, dobro)., devoto do chamado indie folk.

Patrulha do folk

O plano era se concentrar na linguagem do gênero que, junto ao rock, o country e o blues, está na alma do Suricato. “Queríamos um produtor que tivesse as referências e a afinidade com tudo isso. Alguém que nos ajudasse numa espécie de ‘patrulha do folk’ (risos), porque a gente já é muito plural, tocamos com muita gente de outras praias… Queríamos ser fiéis à paleta do estilo”, conta Rodrigo. Leia-se levar o folk às últimas consequências.

Mais sobre o Bourbon Folk & Blues Ilhabela no site oficial.