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Wilson Simonal: talento não foi mais forte do que polêmica ligada à ditadura. Foto: DivulgaçãoWilson Simonal: talento não foi mais forte do que polêmica ligada à ditadura. Foto: Divulgação

Simonal atual

(brpress) - Num momento em que alguns setores da sociedade brasileira pedem “intervenção militar” no país, vale lembrar como a ditadura abduziu o talento de Wilson Simonal, que completaria 80 anos este mês.

(brpress) – Num momento em que alguns setores da sociedade brasileira pedem “intervenção militar” no país, diante da crise econômica e política, vale lembrar tudo que está relacionado à ditadura – inclusive um dos episódios artístico-políticos mais nebulosos da história recente da música popular brasileira: a ascensão e queda do cantor Wilson Simonal (1938-2000). No mês em que completam-se 18 anos de sua morte e no ano em que ele comemoraria oito décadas de vida, chega ao canal Curta! o documentário Simonal – Ninguém Sabe o Duro Que Dei (2009), exibido na Segunda da Música (04/06), às 22h20. 

O filme, dirigido por Cláudio Manoel, Micael Langer e Calvito Leal, narra a trajetória do ex-cabo do exército brasileiro que se transformou em um dos cantores mais populares do país, nos anos 60 e 70, quando chegou a comandar um programa na TV Tupi, o Spotlight, e dois programas na TV Record, Show em Si… Monal e Vamos S’imbora, e a assinar o que foi considerado na época o maior contrato de publicidade de um artista brasileiro, com a empresa anglo-holandesa Shell. Sem falar no dueto com Sarah Vaughan. Mas Simonal morreu à beira do ostracismo, sob suspeita de ter sido colaborador da ditadura militar, que censurava a produção cultural brasileira, além de prender, torturar e matar vozes dissonante ao regime, sistematicamente. 

Assista ao trailer de Ninguém Sabe o Duro que Dei: 

Quem preferir pode assistir ao filme inteiro no YouTube: