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O bartender Paulo Cesar Corgis IO bartender Paulo Cesar Corgis I: um dos escolhidos para a campanha 51 Assinatura.

Cachaça superstar

(brpress) - Instituto Brasileiro da Cachaça comemora aumento das exportações em 2016, graças à campanha Taste the new, Taste Brasil; Drinks International cita Copa e Olimpíada como divulgadores globais da caipirinha.

(brpress) – O Instituto Brasileiro da Cachaça (IBRAC) inicia 2017 comemorando o aumento das exportações de cachaça em 2016. Segundo dados divulgados pelo IBRAC, as exportações de Cachaça em 2016 cresceram 4,62% em valor e 7,87% em volume, totalizando US$ 13,93 milhões e 8,3 milhões de litros vendidos. 

O bartender Paulo Cesar Corghis I é um dos escolhidos para a campanha 51 Assinatura (veja vídeo),  afirma que “se o rum foi a vedete internacional nos últimos anos, a cachaça pegou o bonde andando”. Segundo a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), esse resultado positivo é um dos frutos do Projeto de Promoção às Exportações de Cachaça intitulado Cachaça: Taste the new, Taste Brasil, desenvolvido em parceria pelo IBRAC. 

Copa e Olimpíada

O site Drinks International atribui a crescente popularidade da caipirinha à Copa do Mundo de 2014 e às Olimpíadas do Rio em 2016. Mas o drink ainda está longe de ser um mojito. Segundo o DI Annual Bar Report, publicado em 19 de janeiro de 2017, um ranking feito entre principais bares de todo o mundo, consultando departamentos de compras, bartenders e consumidores, a cachaça ainda é pouco encontrada.  

No ranking com as 10 marcas de cachaça mais citadas, estão Leblon, em primeiro lugar, e Sagatiba em segundo. As duas marcas premium disputam a preferência de um público mais sofisticado, com a Leblon se beneficiando da campanha Legalise Cachaça, nos EUA, e de sua forte penetração na Europa, onde tem o embaixador Rui Teixeira, operando a partir de Londres sua distribuição para 35 mercados via a gigante Bacardi. 

Preciosa

Neste Carnaval, há uma grande rede de supermercados no Brasil vendendo duas garrafas da cachaça Sagatiba Pura pelo preço de uma (com o preço médio R$ 28). Já uma garrafa de Sagatiba Preciosa, envelhecida por 32 anos, pode custar £200 (cerca de R$ 800). Entre as marcas mais vendidas estão a 51, a Ypióca (de propriedade da multinacional Diageo), a Pitú e a Velho Barreiro.  

Mais uma dose

O projeto Cachaça: Taste the new, Taste Brasil começou em 2014 e  teve investimentos de mais de R$ 1,3 milhão, contando com ações de promoção da Cachaça nos Estados Unidos, Alemanha e México. Carlos Lima, diretor-executivo do IBRAC, revela que entidade está em fase final de elaboração de uma nova proposta de projeto a ser apresentado para a Apex. 

Para o gerente de exportação da Apex-Brasil, Christiano Braga, “quanto maior a inserção das empresas nacionais no mercado externo, melhor será a reputação e o reconhecimento do nosso produto”.

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Assista ao vídeo do bartender Paulo Cesar Corgis I para a 51 Assinatura (clique em ‘Watch on YouTube’):