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Cirurgias de aumento das mamas correspondem a 21% das intervenções estéticas.guineveremedicina.blogspot.comCirurgias de aumento das mamas correspondem a 21% das intervenções estéticas.guineveremedicina.blogspot.com

Se fizer, faça com segurança

(brpress) - Conselho de Medicina dita normas para tornar mais seguras  cirurgias, como aumento de mamas, mais de 20% das realizadas no Brasil.

(brpress) – Segundo lugar no ranking mundial de cirurgias plásticas, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, o Brasil também passa a contar com um conjunto de normas, lançado pelo Conselho Federal de Medicina, em 12/05, que visa estabelecer critérios e contribuir para que a relação nos consultórios entre médico e paciente seja ainda mais transparente e segura.

A medida, que também estabelece mecanismos para desestimular a realização de procedimentos sem condições éticas, técnicas e sanitárias, é mais uma forma de dar segurança ao paciente e uma resposta ao alto índice de insatisfação registrado pelo CFM (Conselho Federal de Medicina???) decorrente desse tipo de cirurgia.

“São orientações para que possamos ter a certeza de que cada passo no processo de atendimento foi cumprido, anotado, dito e comunicado ao paciente”, explica o conselheiro Antonio Pinheiro, coordenador da Câmara Técnica de Cirurgia Plástica do CFM e responsável pela formulação do documento.

Mulheres

Em 2009, pesquisa do Ibope revelou que cerca 640 mil cirurgias plásticas foram realizada no Brasil. Desse total, 82% dos pacientes eram mulheres. Entre os procedimentos mais procurados está a cirurgia de aumento das mamas que, segundo pesquisa realizada pelo Datafolha e pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, correspondem a 21% das intervenções estéticas, seguidas por lipoaspiração (20%) e plástica de abdômen (15%).

“Há muitas razões para o aumento da procura pela cirurgia de aumento de mama. Dentre essas, podemos destacar algumas como as evidências científicas que comprovam que o implante de silicone não contribui para um risco maior de câncer de mama. Este foi um medo comum de muitas mulheres, durante vários anos”, afirma o cirurgião plástico Ruben Penteado, diretor do Centro de Medicina Integrada, em São Paulo.

Responsabilidade dividida

Outro ponto a favor das candidatas a fazer uma cirurgia para aumento de mamas é a própria evolução das próteses de silicone. “Tenho visitado algumas fábricas de próteses de silicone, pois ao recomendar um produto X ou Y a uma paciente preciso ter todas as informações sobre o produto que estou indicando. De uma maneira geral, temos bons produtos disponíveis no mercado, hoje”, conta Ruben.

O médico destaca também que, em relação à década anterior, o material empregado na confecção das próteses evoluiu muito, bem como a sua durabilidade. “A disponibilidade no mercado de próteses de silicone com gel de alta coesividade e com revestimentos texturizados vem proporcionando resultados muito próximos dos naturais nas mamoplastias de aumento. Este fato incentiva muitas mulheres a se submeterem à cirurgia”, ressalta o diretor do Centro de Medicina Integrada.

Riscos

Mesmo com o avanço tecnológico das técnicas de cirurgias plásticas, qualquer procedimento envolve risco, explica o presidente do CFM Roberto Luiz D’Avila. “A medicina não é uma ciência exata. Na sala de cirurgia ou mesmo após, podem ocorrer problemas que não foram previstos. O protocolo representa que médico e paciente estão de acordo e cientes dessas possibilidades e que tomaram as medidas para reduzir estes riscos”, diz D’Avila.

O documento, no entanto, não impede ou é garantia de ausência de complicações em uma cirurgia. O objetivo é esclarecer e alertar o paciente para possíveis riscos e etapas que devem ser cumpridas entre a primeira consulta e o pós-operatório. Assinado em duas vias, pelo médico e pelo paciente, significa que as duas partes estão de acordo com o que possa vir a acontecer.

(*) Com informações da MW Consultoria de Comunicação.

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