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Regina Duarte presta contas da CulturaRegina Duarte presta contas da Cultura

Bolsonaro coloca Sérgio Camargo na fritura de Regina Duarte

(Brasília, brpress) - Atriz se surpreendeu com a presença doe Sérgio Camargo, presidente da Fundação Palmares, cotado para substitui-la como secretária de Cultura, em reunião com o presidente.

(Brasília, brpress) – Regina Duarte se surpreendeu com a presença de Sérgio Camargo, presidente da Fundação Cultural Palmares, cotado para substitui-la como secretária de Cultura, em reunião com o presidente Jair Bolsonaro, nesta quarta (06/05).

 Juntou-se a Camargo, que é  contra o movimento negro e que nega a existência de racismo no Brasil, o deputado Eduardo Bolsonaro, que chegou após a reunião ter começado. “Eduardo me defende nas redes sociais. Foi legal poder conversar com ele pessoalmente”, festejou Camargo à Veja.

Desafetos

Regina tentou demitir Camargo logo que assumiu a secretaria, mas foi desautorizada por Bolsonaro. Camargo retrucou nas redes sociais as críticas de Regina Duarte a ele e, em postagens mais recentes, afirmou de forma indireta que a atriz estava nomeando “esquerdistas” para a pasta. 

Fontes no próprio governo afirmam que os dias de Regina Duarte no Planalto estão contatos. Ela estaria na mira da bolsonarista radicada nos EUA, a ex-faxineira e ex-secretária dos Bolsonaro Geralda Gonçalves, conhecida como Geigê, cuja influência, junto ao presidente da República, em indicações, principalmente para a Cultura. é pública e notória.

Toma lá, dá cá

Geigê foi “madrinha” das nomeações de Roberto Alvim para a Secretaria Especial de Cultura – cargo passado para Regina Duarte – e de Dante Mantovani para a presidência da Fundação Nacional de Artes (Funarte), de onde foi demitido por Regina e quase voltou na última terça (05/05), sendo impedido por uma portaria publicada em edição extra do Diário Oficial da União, assinada pelo ministro da Casa Civil, Walter Braga Netto.

Alvim chamou a atriz Fernanda Montenegro de “sórdida” e “mentirosa” e tentou escalar a própria esposa para tocar um projeto de 3,5 milhões de reais em recursos públicos. Para Mantovani, que é maestro, “o rock ativa as drogas, que ativam o sexo livre, que ativa a indústria do aborto, que ativa o satanismo”.