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Boris Johnson: questionamento a declarações ofensivas a Obama e Hillary deixam político em saia justa em coletiva de imprensa. Foto: getwestlondon.co.ukBoris Johnson: questionamento a declarações ofensivas a Obama e Hillary deixam político em saia justa em coletiva de imprensa. Foto: getwestlondon.co.uk

Gafe de Boris Johnson em coletiva com John Kerry

(Londres, brpress*) - Jornalista da AP pergunta se ministro dos Negócios Estrangeiros do governo pós-Brexit mantém “insultos” a Hillary e Obama.

(Londres, brpress) – Mais uma gafe – a primeira como ministro dos Negócios Estrangeiros do governo pós-Brexit – do ex-prefeito de Londres, Boris Johnson. Numa entrevista coletiva a jornalistas ao lado do secretário de Estados dos EUA, John Kerry, Johnson seguia o protocolo, num clima morno quando um repórter da agência Associated Press (AP) desenterrou algumas declarações do Conservador, principal liderança do partido a defender a saída do Reino Unido da União Europeia. 

O repórter Brad Klapper perguntou a Johnson se as seguintes declarações dele, proferidas num passado não tão longínquo, ainda refletiam as suas orientações em matéria de política externa: “O senhor acusou o atual presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, de possuir uma ‘antipatia ancestral pelo Império britânico parcialmente queniana’ (…). 

“Enfermeira sádica”

Não parou por aí. “O senhor também descreveu a possível futura presidente dos Estados Unidos, Hillary Clinton, como alguém com ‘um cabelo louro tingido, lábios carnudos e um olhar azul de aço, como uma enfermeira sádica de um hospital psiquiátrico’ (…). Retira estes comentários? Ou pretende levá-los consigo no seu novo emprego como uma espécie de indicador do tipo de diplomacia que irá praticar?”.

Silêncio destruidor no salão. Kerry deu um sorriso amarelo ao ministro britânico e, depois, quase se descompôs em risos. Boris Johnson, dentro do seu estilo retórico e tresloucado, tentou sair pela tangente mas não convenceu: “Creio que existe atualmente um léxico tão rico de coisas que eu disse que foram – de uma maneira ou outra, não sei através de que alquimia –, de certa forma, mal-interpretadas, que levaria muito tempo para envolver-me num itinerário de desculpas total e global a todos os envolvidos”, respondeu Boris Johnson.

Em sua matéria sobre a coletiva, Brad Klapper escreveu que Johnson “rejeitou o seu histórico de insultos” aos líderes americanos – e principais parceiros geopolíticos do Reino Unido.

(*) Com informações da TVi24, de Portugal)

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