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Mayana Neiva não sabia que havia cerca de 80 gangs de ódio racial em São Paulo. Foto: Juliana Resende/brpressMayana Neiva não sabia que havia cerca de 80 gangs de ódio racial em São Paulo. Foto: Juliana Resende/brpress

Mayana Neiva fala de Rotas do Ódio

(São Paulo, brpress) - “A gente tá montado na força do comando”, diz atriz paraibana, parafraseando rabequeiro pernambucano Siba para definir a série, que chega ao final da terceira temporada.

(São Paulo, brpress) – Conversamos com a atriz Mayana Neiva, a delegada Carolina Ramalho da série brasileira Rotas do Ódio, cujo último episódio vai ao ar neste domingo (25/08), às 23h, no canal por assinatura Universal TV. A temática são crimes de ódio contra refugiados em São Paulo.

Conforme ela prometeu, sua personagem se envolve romanticamente com Miguel, o advogado angolano de uma ONG internacional que defende os direitos dos refugiados. “Ele traz o conhecimento necessário para lidar com essas pessoas, que a polícia não tem”, diz Mayana. 

Sedução e luta

A sedução da delegada pelo advogado também encontra eco na vida real da atriz paraibana, ex-Miss Paraíba, mas passa longe da futilidade do mundo da beleza e das celebridades. “Quando começei a tomar pé de que haviam cerca de 80 gangs de ódio racial em São Paulo, fiquei chocada”, lembra Mayana. Era 2013. “Como isso pode acontecer num país miscigenado como o Brasil?“, questiona.

Veja recado de Mayana Neiva no nosso Instagram.

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