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Gerard Butler e Sam Childers: ator interpreta controverso personagem real. DivulgaçãoGerard Butler e Sam Childers: ator interpreta controverso personagem real. Divulgação

Gerard Butler ‘pacificado’

(brpress) - Ator fala de personagem real, ex-traficante transformado em missonário na África, cuja história é tema de Redenção, *que estreia sexta (16/12).

(brpress) – Ele foi um dos apresentadores dos indicados o Globo de Ouro nesta quinta-feira (15/12) e protagoniza o filme mais forte de sua carreira, Redenção (Machine Gun Preacher, 2011), que estreia nesta sexta (16/12) no Brasil e que recebeu apenas uma indicação na premiação da Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood (Melhor Canção Original). Falamos do ator escocês Gerard Butler, mais conhecido pela interpretação do Rei Leônidas, em 300.

Apesar do porte físico de superherói, Butler, 42, vem mostrando que tem tando conteúdo quando forma. Cada vez mais requisitado, Gerry, como é chamado pelos colegas, vai da comédia romântica (como PS Eu Te Amo, com Hllary Swank, e Verdade Nua e Crua, com Katherine Heigl) ao drama, como este Redenção, passando pela ação (300 e Lara Croft Tomb Rider – A Origem da Vida, com Angelina Jolie), provando sua versatilidade.

Em Redenção, Butler interpreta o controverso americano Sam Childers, personagem real que de ex-traficante se transforma em missonário na África, não só construindo e mantendo orfanatos nas regiões tomadas pelos horrores da guerra civil, como pegando em armas e resgatando crianças sequestradas feitas soldados pelo Lord’s Resistance Army (LRA), grupo paramilitar rebelde atuante no Sudão.

Paixão e entrega

“Gerry trouxe a incrível quantidade de paixão e comprometimento que o filme precisava”, diz o diretor Marc Foster (007 – Quantum of Solace), elogiando a entrega e a performance do ator – ele mesmo um sujeito problemático, que lutou contra o alcoolismo antes de ter a definitiva chance no cinema.

“[Redenção] É uma história poderosa, que continua acontecendo e espero que o filme divulgue essa situação para mais gente”, ressalta Butler. “É desvastador constatarmos o que as pessoas são capazes de fazer umas com as outras”, continua, comentando sobre o chocante material de pesquisa sobre o qual se debruçava: fotos de crianças mutiladas e documentários sobre o sangrento conflito étnico-religioso sudanês.

A dedicação do ator a Redenção, movida pela admiração à causa de Sam Childers, com quem Butler conviveu intensamente, é, segundo ele, a maior de sua carreira. “Não sei se seria capaz disso novamente”, admite. “Tive de entender o contexto e quem era de fato Sam para poder conciliar os dois lados desse cara fantástico e intenso”.

Descoberto no teatro, em Londres, em 1996, pela performance arrebatadora no papel principal da peça Trainspotting – do viciado em heroína que tornou o também escocês Ewan McGregor aclamado mundialmente no filme homônimo – Gerard Butler é, além de ator e produtor, membro da ONG Artists for Peace and Justice (APJ), fundada em 2009, pelo diretor Paul Haggis, que arrecada doações para diminuir a podreza em vários países do mundo, em especial o Haiti.

https://www.youtube.com/watch?v=T48oq-WlIGc

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